quarta-feira, 21 de agosto de 2013

VAQUEJADA



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Falando  Um Pouco Sobre a Vaquejada


  Comecemos falando do objetivo fundamental deste esporte: Derrubar o boi na faixa. Percebe-se de inicio que a festa seria toda dos vaqueiros, mas se analisarmos bem no que diz respeito à habilidade, a proporção é de 50% para cavalo e cavaleiro. Logo, um bom vaqueiro não consegue se apresentar sem um cavalo bem adestrado. 
  O mérito de uma boa apresentação não fica somente com o puxador e o seu cavalo, mas sim com o cavalo de esteira, que além de ter o mesmo valor comercial, por algumas vezes "rouba a cena", impedindo com o próprio corpo que o boi role para fora da última faixa e ajudando o puxador a derrubar, desequilibrando o gado com uma pancadinha sutil antes da carga.
  Se o vaqueiro tem importância, os cavalos são disputados a peso de ouro, quando bem treinados e desempenham com perfeição o trabalho na pista. Há casos em que os melhores cavalos são vendidos por até R$ 200 mil reais. Outros, segundo os proprietários, não têm preço. Por isso merecem cuidados especiais. São tratados com alimentação especial, rações balanceadas, suplementos alimentares a açúcar. Viajam em carretas caras e são ornados com arreios da melhor qualidade. E é justamente esse um outro ponto importante para quem corre vaquejada porque são os arreios que garantem a segurança do cavaleiro. Em função disso todo o equipamento é reforçado e exige um acabamento perfeito, em rédeas, cilhas e sobrecilhas, bem como sela e estribos.

Carne de sol com mandioca



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 Carne de sol com mandioca

Ingredientes


  • 500 g carne de sol
  • 300 ml óleo
  • 3 dentes alho, cortado em lâminas
Para a mandioca:
  • 300 g mandioca
  • 300 ml óleo
  • sal a gosto 
  •  

Modo de Preparo

Carne-de-sol:
  1. Deixar a carne-de-sol de molho em água, por duas a três horas, trocando a água algumas vezes
  2. Se a carne estiver muito curada, deixar mais tempo de molho, até perder o sal
  3. Escorrer, passar para uma panela com água e esperar levantar fervura
  4. Escorrer e ferver novamente
  5. Experimentar o sal e cortá-la em cubos
  6. Em uma frigideira, aquecer o óleo
  7. Juntar a carne, deixar dourar e acrescentar o alho
  8. Quando o alho fritar, escorrer todo o óleo e retirar a carne com o alho
  9. Reservar
Mandioca:
  1. Cozinhar a mandioca em água e sal
  2. Escorrer e cortar em cubos
  3. Em uma frigideira, aquecer o óleo, juntar a mandioca e dourá-la de todos os lados
  4. Experimentar o sal
  5. Escorrer a mandioca em papel absorvente, até secar bem
Montagem:
  1. Colocar a carne-de-sol na beirada do prato ou frigideira
  2. No centro, dispor a mandioca frita
  3. Decorar com salsinha picada e com os tufos de salsinha crespa
 

    sábado, 17 de agosto de 2013

    Forro


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    Forro

    O forró é uma dança popular de origem nordestina. Esta dança é acompanhada de música, que possui o mesmo nome da dança. O estilo musical forró possui temática ligada aos aspectos culturais e cotidianos da região Nordeste do Brasil. Ela se caracteriza por ser acompanhada dos seguintes instrumentos musicais: triângulo, sanfona e zabumba.
    A origem do nome forró tem várias versões, porém a mais aceita é a do folclorista e pesquisador da cultura popular Luis Câmara Cascudo. Segundo ele, o termo vem da abreviação de forrobodó, que significa arrasta-pé, confusão, farra. Embora seja tipicamente nordestino, o forró espalhou-se pelo Brasil fazendo grande sucesso. Foram os migrantes nordestinos que espalharam o ritmo, principalmente nas décadas de 1960 e 1970. Atualmente, existem vários gêneros de forró: eletrônico, tradicional, universitário e o forró pé de serra.

    segunda-feira, 5 de agosto de 2013

    xique xique


    http://www.imbubrasil.jex.com.br/includes/imagem.php?id_jornal=478&id_noticia=30


    xique xique


    Xique xique e um vegetal que podemos encontrar na região do semi árido nordestino



    O xique-xique é utilizada, pelos agricultores, como uma alternativa para alimentação dos animais em períodos de longa estiagem nas caatingas do Nordeste brasileiro. Esta planta é a última alternativa dos agricultores para salvar seus animais, devido a grande dificuldade de sua utilização.
    O consumo de xique-xique pelos animais na caatinga e a sua utilização pelos agricultores das comunidades  na alimentação dos animais demonstraram que o xique-xique é utilizado pelos agricultores  do Nordeste  e o consumo das plantas no campo, em média, cada planta é visitada por 4 a 6 caprinos no intervalo de 5 dias. 

    quinta-feira, 1 de agosto de 2013

    A Seca no Nordeste


    https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhvw5KKFrXBBlLPiadWawNezSpVFTIY6yK-Ap1g0w4tOubqUg9m6j2vYekxCjlu39h-p-oeGT9VXPKqLzNnKdUZv9A8z8ureratAJ_MOA7HPLU68wvaV9gzYsDu_xUZecAP7G1DF9cQmNRT/s400/serrita.JPG


    A Seca no Nordeste

     Dentre os muitos aspectos apresentados pela Região Nordeste o que mais se destaca é a seca, causada pela escassez de chuvas, proporcionando pobreza e fome.
    O Sertão nordestino apresenta as menores incidências de chuvas, isso em âmbito nacional. A restrita presença de chuva nessa área é causada basicamente pelo tipo de massa de ar aliado ao relevo, esse muitas vezes impede que massas de ar quentes e úmidas ajam sobre o local causando chuvas. 

    segunda-feira, 22 de julho de 2013

    Luiz Gonzaga


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    Luiz Gonzaga

    Sanfoneiro puxa o fole
    Bota o fole pra roncar
    Que o ronco desse fole
    Faz a gente se animar
    Andei mais de l'égua e meia
    Pra poder aqui chegar
    Onde tem forró eu vou
    Eu faço tudo e chego lá
    Eita! Sanfoneiro bom
    Eita! Sanfoneiro macho
    Ele toca em qualquer tom
    Toca dos oito aos cento e vinte baixo